quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Soneto... Da janela... Sem censura...













Da janela... Sem censura...


Da janela do meu quarto vejo a lua nova e a tua imagem amante.
O meu caminho, a vida e o silêncio que envolve meu ser refletido.
Uma luz reflete deixando o teu corpo em siluetas ao amor incontido.
A rua e uma praça relembram momentos íntimos e, constante...


O amor este velho irreverente traduzindo em si a plena felicidade.
As flores e o vento debruçado sobre nossos espaços sensibilizando.
Os bancos e o lago da velha praça refletindo gotinhas nos molhando.
Um sorriso no encantado desejo da alma com tamanha amizade.


E entre dois corpos e corações um calor fértil debruçado seduzindo.
Uma luz reflete na alma com uma paz e a juventude nos unindo...
O amor nosso companheiro inseparável induzindo a nossa ternura.


É dia e manhã e, a noite promove todo encanto desta nossa emoção!
Viver estado consciente das aventuradas palavras no evoluir da união.
Uma janela e um quarto no servir da luz e do amor sem censura...


Diomedes Inácio da Silva - poeta e escritor

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011